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domingo, 29 de novembro de 2015

Londres, a Meca dos corruptos

27/03/2015


http://outraspalavras.net/wp-content/uploads/2015/03/150327-Londres.jpg
Como o sistema financeiro internacional converteu capital britânica no centro global de reciclagem para riqueza de políticos inescrupulosos, ditadores e crime organizado  


A conta não fecha. Quase todos os dias, jornais e televisões inglesas estão repletos de histórias que cheiram a corrupção. Contudo, no ranking de corrupção da ONG “Transparência Internacional”, a Grã-Bretanha ocupa o 14º lugar entre 177 nações (1) – significando que estaria entre as nações mais bem geridas da Terra. Ou os 13 países que vêm antes da Grã-Bretanha são espetacularmente corruptos, ou há algo errado com esse ranking da “Transparência Internacional”.

Sim, o problema é o índice. As definições de “corrupção” de que se serve são as mais estreitas e seletivas. Nos países ricos, práticas comuns que sem dúvida poderiam ser consideradas corruptas são simplesmente excluídas; já práticas comuns em países pobres são enfatizadas.

Esta semana foi publicado um livro bastante inovador, editado por David Whyte: How Corrupt Is Britain? [Quão Corrupta é a Grã-Bretanha?] (2). Deveria ser lida por todos aqueles que acham que Grã-Bretanha merece a posição em que aparece no ranking da “Transparência Internacional”.
Existiria ainda um setor bancário comercial na Grã-Bretanha, não fosse a corrupção? Pense na lista dos escândalos: pensões subfaturadas, fraudes hipotecárias, o embuste do seguro de proteção de pagamentos, a manipulação da taxa interbancária Libor, as operações com informações privilegiadas e tantos outros. Depois, pergunte-se se espoliar as pessoas é uma aberração – ou o próprio modelo de negócio.

Nenhum dirigente de banco foi indiciado, sequer desqualificado ou demitido por práticas que contribuíram para desencadear a crise financeira: a legislação que os teria coibido ou enquadrado em crimes já havia sido paulatinamente esvaziada, antes, por sucessivos governos.

Um ex-ministro do atual governo britânico dirigia o banco HSBC (2) quando este praticava sistematicamente crimes de evasão fiscal (3) e lavagem de dinheiro do narcotráfico, além de garantir serviços a bancos da Arábia Saudita e Bangladesh ligados ao financiamento do terrorismo (4). Ao invés de processar o banco, o diretor da Controladoria Fiscal do Reino Unido passou a trabalhar para ele, ao se aposentar (5).

A City de Londres, que opera com o apoio dos territórios britânicos de além-mar e postos avançados da Coroa, é líder mundial dos paraísos fiscais, controlando 24% de todos os serviços financeiros (6) oferecidos offshore.

A cidade oferece ao capital global um sofisticado regime de sigilo, dando assistência não apenas a sonegadores de impostos, mas também a contrabandistas, fugitivos de sanções e lavadores de dinheiro. Como disse a juíza de instrução francesa Eva Joly, ao queixar-se que a City “nunca forneceu sequer uma ínfima evidência útil a qualquer magistrado estrangeiro” (7).
Reino Unido, Suíça, Cingapura, Luxemburgo e Alemanha estão todos entre os países menos corruptos na lista da Transparência Internacional. Mas figuram também na lista da Rede de Justiça Fiscal (Tax Justice Network) como administradores dos piores regimes sigilosos de investimento e paraísos fiscais (8). Por alguma estranha razão, nada disso é levado em conta para definir o ranking da ONG Transparência Internacional.

A Iniciativa de Financiamento Privado (Private Finance Initiative) tem sido usada por sucessivos governos britânicos para iludir os cidadãos quanto à extensão dos seus empréstimos, enquanto canalizam dinheiro público para corporações privadas. Envolta em segredo, recheada de propinas ocultas (9), a IFP tem fisgado hospitais e escolas sempre com dívidas impagáveis, enquanto impede que a população controle os serviços públicos.

Espiões do Estado lançam-se à vigilância (10) em massa, ao mesmo tempo em que a polícia trabalha servindo-se de identidades de crianças mortas, mente em tribunais para fornecer provas falsas e incita crianças ao ativismo extremista, além de infiltrar-se em grupos pacíficos, tentando destruí-los (11). As forças policiais já mentiram sobre o desastre de Hillsborough (12); já protegeram pedófilos ativos (13) –inclusive Jimmy Savile e, como hoje se afirma, toda uma gama de dirigentes políticos suspeitos também do assassinato de crianças. Savile foi protegido também pelo Serviço Nacional de Saúde (National Health Service) e pela BBC – que demitiu a maioria dos que tentaram expô-lo (14) e promoveu os que tentaram perpetuar o ocultamento dos fatos.

Há o problema de intocado sistema de financiamento político, que permite a compra dos partidos (15) pelos mais ricos. Há o escândalo das escutas telefônicas e dos jornais que subornam policiais; da privatização dos Correios britânicos, o Royal Mail (16), vendido a preços insignificantes; o esquema da “porta giratória”, que permite a empresários e empregados de grandes empresas, depois de eleitos, ficar em posição de redigir leis que defendem seus próprios interesses ou dos respectivos patrões; o assalto à seguridade social e aos serviços prisionais, por empresas privadas terceirizadas; a fixação, por empresas, do preço da energia; o roubo diário perpetrado pela indústria farmacêutica, e outras tantas dúzias de casos semelhantes. Nada disso é corrupção? Ou são operações ‘sofisticadas’ demais para serem expostas sob o seu verdadeiro nome, “corrupção”?

Entre as fontes usadas pela Transparência Internacional para produzir seu ranking estão o Banco Mundial e o Fórum Econômico Mundial. Confiar no Banco Mundial para aferir corrupção é como confiar em Vlad, o Empalador, para aferir direitos humanos. Orientado pelo princípio um dólar-um voto, controlado pelas nações ricas e atuando nas nações pobres, o Banco Mundial financiou centenas de elefantes brancos que enriqueceram enormemente as elites mais corruptas e beneficiaram capitais estrangeiros (17), ao mesmo tempo em que expulsava pessoas das próprias terras e deixava países afogados em dívidas impagáveis. Para espanto geral, a definição do Banco Mundial para a corrupção é tão limitada que não considera esse tipo de prática.

E o Fórum Econômico Mundial estabelece sua escala de corrupção a partir de uma pesquisa que consulta executivos mundiais (18) — precisamente eles, cujas empresas são beneficiárias diretas do tipo de práticas que estou listando nesse artigo. As perguntas se limitam ao pagamento de propinas e à aquisição corrupta de fundos públicos por interesses privados (19), excluindo o tipo de corrupção que prevalece nas nações ricas. Quando entrevista cidadãos comuns, a Transparência Internacional segue a mesma linha: a maior parte das perguntas específicas concerne ao pagamento de propinas (20).

Quão corrupta é a Grã Bretanha? Tão estreitas concepções de corrupção são parte de uma longa tradição de retratá-la como algo confinado a países fracos, que precisam ser salvos por “reformas” impostas pelos poderes coloniais e, mais recentemente, organismos tais como Banco Mundial e FMI. Essas “reformas” significam austeridade, privatização, terceirização e desregulamentação. Elas tendem a sugar dinheiro das mãos dos pobres para as mãos das oligarquias nacionais e globais.

Para organizações como o Banco Mundial e o Fórum Econômico Mundial, há pouca diferença entre o interesse público e os interesses das corporações globais. O que pode parecer corrupção de qualquer outra perspectiva é visto por eles como fundamentos econômicos. O poder das finanças globais e a imensa riqueza da elite global estão fundadas em corrupção, e os beneficiários têm interesse em enquadrar a questão para desculpar-se. Sim, muitos países pobres sofrem o flagelo do tipo de corrupção que é o pagamento de propinas a servidores públicos. Mas o problemas que atormentam a Inglaterra são mais profundos. Quando o sistema já pertence à elite, propinas são supérfluas.

NOTAS
1. https://www.transparency.
2. http://www.plutobooks.com/
3. http://www.theguardian.com/
4. http://www.hsgac.senate.
5. http://www.theguardian.com/
6. John Christensen, 2015, in David Whyte (ed). How Corrupt is Britain? Pluto Press, London.
7. Nicholas Shaxson, 2011. Treasure Islands: Tax Havens and the Men Who Stole the World. Random House, London. http://
8. http://www.
9. http://www.theguardian.com/
10. http://www.theguardian.
11. http://www.theguardian.
12. Sheila Coleman, 2015, in David Whyte (ed). How Corrupt is Britain? Pluto Press, London.
13. http://www.theguardian.
14. http://www.theguardian.
15. http://www.theguardian.
16. http://www.theguardian.
17. http://www.
18. http://www3.weforum.org/
19. http://www.ticambodia.org/
20. http://www.transparency.














quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Tehuelches no, Mapuches si???

 

martes, 4 de noviembre de 2014

 del blog de Javier Cornejo


http://argentinavorticegeopoliticomundial.blogspot.com.br/2014/11/tehuelches-no-mapuches-si.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook

Tehuelches no, Mapuches si??? 
 
 

SIGUE EL AVANCE ANGLOMAPUCHE POR NUESTRO PETRÓLEO


Por: Gabriel  Martinez

Neuquén: la justicia provincial le reconoció personería jurídica a un grupo de mapuches en Campo Maripe. Conclusión: de acuerdo a instrumentos legales extranjeros como el Convenio 169 de la OIT, YPF queda subordinada a los dictados de gente que no se siente argentina, que recibe orientación y ya sabemos qué más de Inglaterra, y todos los argentinos no mapuches, que son más del 99% de la población, quedan discriminados al no recibir el tratamiento preferencial que se les da a ellos en su carácter de "pueblo originario". ¿Qué recursos petroleros puede administrar una comunidad cualquiera formada por argentinos descendientes de españoles, italianos, croatas o lo que sea? En cambio, por ser de determinadas "etnias", la justicia ya parece reconocer privilegios. 
Como decía Nicolás Avellaneda, "DENTRO DE LA NACIÓN ARGENTINA NO HAY NADA MÁS GRANDE QUE LA NACIÓN ARGENTINA".

Indigenismo mapuche: uno de los arietes del desmembramiento nacional argentino


Tenemos el raro privilegio de ser el campo de acción y aplicación de tecnologías de ingeniería social de sofisticadas inteligencias imperiales, para resguardar la geografía sur americana y antártica en su propio beneficio. 




Príncipe Antonio IV Investido como Nuevo Jefe del Reino de Araucania y Patagonia
Reino de Araucanía y Patagonia – Portal Mapuche
Príncipe Antonio IV Investido como Nuevo Jefe del Reino de Araucania y Patagonia
Comunicado de Prensa – 10 de enero, 2014
Ayer, 9 de enero se efectúo en La Chèze, Chourgnac D’Ans, Tourtoirac, Francia, la reunión del Consejo de Regencia del Reino de Araucanía y Patagonia. La sesión fue convocada por el Príncipe Regente Felipe de Lavalette, designado por el fallecido Príncipe Felipe de Araucanía y Patagonia en su testamento político. La función principal del Regente fue facilitar la transición del poder al nuevo Príncipe.
El Consejo de Regencia, durante su sesiones, eligió por unanimidad a Su Excelencia Barón Jean-Michel Parasiliti di Para, Duque de San Pedro de Hueyusco y Presidente del Consejo del Reino como el sucesor del fallecido Príncipe, quien estará al frente de la Casa Real bajo el nombre de Príncipe Antonio IV de Araucanía y Patagonia.
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SAR Principe Antonio IV de Araucania y Patagonia
El Portal Mapuche del Reino de Araucanía y Patagonia felicita calurosamente a su Excelencia Barón Jean-Michel Parasiliti di Para por su alta investidura y por la toma de posesión como Príncipe Antonio IV del Reino de Araucanía y Patagonia, después de más de 40 años al servicio de la Casa Real.
Para nuestra organización es motivo de gran satisfacción este nombramiento y le deseamos todo lo mejor en la dura tarea que tiene por delante. Ha sido también un gran regocijo tener conocimiento de que su bisabuelo estaba relacionado con el primer soberano del Reino, Aurelio-Antonio 1º, el cual fue condecorado por sus servicios, en la década del 1870, con la Orden de la Corona de Acero. Asimismo, también nos congratulamos conocer que su abuelo fue ministro de estado durante el real gobierno provisional de la Reina Laure-Thérèse de Araucanía y Patagonia. Esto es una clara muestra de la tradición y el compromiso familiar en el apoyo de la causa de la Casa Real del Reino de Araucanía y Patagonia.
Los antecedentes arriba mencionado nos proporciona una gran confianza por la continuidad de actuación de sus antecesores, y de que la antorcha de la independencia y la libre determinación que levantaron las autoridades ancestrales del pueblo Mapuche, junto con el abogado Orélie-Antoine de Tounens, está vigente y de que sus objetivos siguen adelante proyectándose invariablemente hacia el futuro con la lealtad y la determinación demostrada por todos los monarcas del Reino que, a pesar de los obstáculos, levantaron y siguen levantando en alto la bandera de libertad del Pueblo Mapuche y otros pueblos originarios del Cono Sur de América.
Reino de Araucanía y Patagonia
El Reino de Araucania y Patagonia fue fundado el 17 de noviembre de 1860, en una Asamblea Constituyente conocida como Futa Kolloj, por las autoridades del pueblo mapuche y el abogado de origen francés –naturalizado mapuche- Orélie Antoine de Tounens. El evento contó con la participación de más de 3000 delegados mapuche y de otros pueblos indígenas integrantes de las cuatro jurisdicciones territoriales que la formaban. Durante la asamblea se aprobó la Constitución y se eligió a Orélie Antoine de Tounens como el Soberano del Reino Mapuche. A pesar que la invasión chilena y argentina se produjo, la legalidad del Reino constitucional sigue indiscutiblemente vigente.
___________________________
Para obtener informaciones sobre Portal Mapuche, por favor escribir a/o visitar los sitios que se indican abajo:
e-mail: portal.mapuche.rap@gmail.com
Tel: +44-(0)117 927 9391


1860 Mapa geográfico del Reino de Araucania y Patagonia.

Este mapa refleja la realidad geográfica de la nación Mapuche en los momentos de la fundación del Reino de Araucanía y Patagonia (RAP).

El Reino de Araucanía y Patagonia fue fundado el 17 de noviembre de 1860 por las máximas autoridades mapuches y el ciudadano francés –naturalizado mapuche- Orélie-Antoine de Tounens.

En ese período histórico, los mapuches y otros pueblos indígenas mantenían una heroica resistencia contra las sistemáticas embestidas militares de los nacientes estados de Argentina y Chile, que conspiraban expandir sus territorios.

La desigualdad armamentista, motivada por la introducción de armamento moderno por parte de ambos estados, obligó al pueblo mapuche a dar prioridad a medidas diplomáticas para solucionar el conflicto.

El arte de la diplomacia, que a los mapuches no les era ajeno y en cuya destreza estaban bien versados, fue percibido como uno de los recursos para evitar el uso de la fuerza. Fue entonces cuando se decidió la adopción de un sistema de gobierno de acuerdo a los estándares internacionales, para así conseguir el reconocimiento internacional de su independencia, que sin lugar a dudas era primordial para seguir manteniendo la integridad territorial, su independencia y libertad.

Previo a la adopción de un sistema de gobierno constitucional, la independencia de la nación mapuche le había sido reconocida por la Corona de España en el Tratado de Quillin, el 6 de enero de 1641. Dicho tratado delimitó la frontera entre ambos pueblos, siendo posteriormente ratificada en una treintena de tratados bilaterales. Ello permitió que tanto el tratado como la frontera permanecieran vigentes durante todo el periodo colonial de España en el continente Sudamericano.

Los nacientes estados de Argentina y Chile también reconocieron inicialmente la frontera establecida con España. La celebración de tratados por ambos estados con la Nación Mapuche y la fortificación de la frontera es un claro testimonio de la actitud asumida en relación con la realidad geográfica existente.

En 1860, el territorio de la nación Mapuche, y otros pueblos indígenas, se extendía desde los ríos Bío-Bío en el Gulumapu (Chile) y Colorado en el Puelmapu (Argentina) al extremo sur del continente sudamericano. La soberanía territorial de la Nación Mapuche incluía todas las islas adyacentes situadas en los océanos Pacífico y Atlántico, incluyendo las islas Malvinas.

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Algunos críticos del mapa del gobierno monárquico sostienen que los mapuches no habitaban Tierra de Fuego, es cierto, pero tampoco los winkas (blancos); los habitantes de aquella remota región eran conocidos por los mapuches como los Reche o Rekeche (son todos gente o gente pura). Para los mapuches estas comunidades indígenas eran sus peñi (hermanos) que tenían mucho más en común con los mapuches que con los winkas (extranjeros) que los iban a esclavizar, arrebatarles su territorio, cazarlos como animales y finalmente exterminarlos como efectivamente sucedió. Extracto del artículo: Reseña Histórica Jurídica de la Nación Mapuche

 

 

Condes ingleses mapuches y deuda externa

 

Programa Alta Política conducido por Andrés Suriani, presenta el análisis de Javier Cornejo sobre la Deuda Externa y su relación con el territorio Argentino y el deseo de apropiación de organizaciones extranjeras.



EL INDIGENISMO DE GRAN BRETAÑA
Por Javier Cornejo
Artículo publicado en el diario El Tribuno el 14 de junio de 2010
El 2009 estuvo marcado por el posicionamiento insular del Imperio Británico en Malvinas. Desde el 1 de enero de 2009, cuando empezaron la vigencia de la Constitución de las Falklands y el eficiente artillado del sector, hasta el arribo de la plataforma Ocean Guardian, se sucedieron ininterrumpidamente los actos concretos de dominio.
En este 2010, de agudización de la crisis monetaria europea, y ante el inminente colapso financiero de Gran Bretaña, el Imperio apura los pasos para consolidar su dominio en el sur americano. Por ello, acelera el proceso de fragmentación de la geografía argentina.
Con vocación de reivindicaciones territoriales, volcada a costumbres ancestrales, salvaguarda de idiomas mapuche, guaraní, quichua, los habitantes de donde se hablan dichas lenguas (SUR, NEA y NOA) autodenominados «pueblos originarios», apuntalados por la Iglesia Anglicana (que ya forma parte del Vaticano), transitan el camino hacia el intento de la creación de nuevas naciones dentro de la República Argentina.
Se amparan en el articulado de la ONU referido a la «libre determinación de los pueblos». Tal es lo ocurrido con Malvinas.
Mapuches «made in England»
El proceso se encuentra particularmente acelerado en el sur argentino.
El 23/3/2000 por el Tratado Minero Argentino Chileno se creó un virtual
Estado en la región andina, que se denomina Área de Operaciones, con financiamiento y legislación (a través de reglamentaciones) dependientes de las empresas transnacionales de la Corona Británica.
En tal proceso de succión de nuestros recursos naturales y control de las cuencas de agua potable, participan en la creación de la Nación Mapuche de un Estado Inglés. Como inglesas son sus autoridades.
Su página en la red es: www.mapuche-nation.org; El domicilio 6, Lodge Street, Bristol, Inglaterra; y El teléfono +44-117-9279391.
Su bandera es celeste, verde y roja e incluye un sol, con cuatro divisiones con cruces pampas.
Sus autoridades son: secretario general, Reinaldo Maniqueo; asistente, Nina Dean; secretario, Gerald Confer; tesorero, Colette Linehan; y administradora, Madeline Stanley. Su equipo legal está integrado por James Watson, Gillian Melville y Tanya Roberts Davis; mientras que el de Derechos Humanos lo encabeza Rachel Dixon-Warren.
En San Luis
El Gobierno de la Provincia de San Luis no es ajeno a la situación. Lo demuestra en su lema, «San Luis, otro país», y en sus actos. Ya crearon un municipio denominado Nación Pueblo Ranquel (término no permitido por nuestra Constitución, ya que Nación es sólo la Argentina). La provincia se encuentra en una acelerada transformación de su administración, educación, tecnología digital de punta, etcétera, y es asistida por el poderoso auxilio financiero del Grupo Petersen, liderado por el financista «K» Enrique Eskenazi.
La sombra de Calfucurá
Es preciso destacar que los que se auto titulan «mapuches» no tienen origen argentino. Son los que en 1830, encabezados por el carnicero cacique Juan Calfucurá, emborracharon y asesinaron a los verdaderos caciques y con los fusiles Remington proporcionados por los ingleses exterminaron a los verdaderos pueblos originarios: puelches, tehuelches, ranqueles, pampas y guenekes. Hoy reclaman territorios que nunca les pertenecieron y pretenden instalar «otra nación» con una justicia y legislación comunitaria que subvierta nuestro orden constitucional y organización nacional. En las regiones NOA y NEA ya comenzaron a dar pasos en igual sentido. En Bolivia los ayllus, por aplicación de la «justicia indígena», ya torturaron y lincharon a más de 30 personas desde 2009 (El Tribuno 11/06).
Tenemos el raro privilegio de ser el campo de acción y aplicación de tecnologías de ingeniería social de sofisticadas inteligencias imperiales, para resguardar la geografía sur americana y antártica en su propio beneficio.

sábado, 10 de maio de 2014

Soberanía "Atlántico Sur / Océano Austral"


Foto: Soberanía "Atlántico Sur / Océano Austral"

LA PRIMERA GUERRA ANTÁRTICA - La importancia geoestratégica del continente blanco, de significación y valor trascendental, que la Republica Argentina debe procurar preservar, como portal soberano de un país de dimensión Bi/Continental.

La guerra de Malvinas ha sido la primer conflagración bélica librada en y por la proyección sobre el Continente Antártico, las islas y mar en donde se libró la guerra entre Argentina y Reino Unido son parte de la Antártida y su disputa es por el dominio de acceso de la estratégica puerta hacia las inconmensurables riquezas que atesora dicha región, su importancia es tal, que Inglaterra no duda en envíar a la región los buques más valiosos de la Armada Real, con la implementación y mantenimiento de la base en Mount Pleasant de Islas Malvinas la más poderosa instalación militar en el cono sur. Ante una República Argentina que ha sido postrada en la más abyecta indefensión para la defensa de su espacio soberano, por la permanente saga de gobiernos entreguistas del patrimonio nacional.

La capacidad naval de Inglaterra expuesta en la disponibilidad del poder de los buques que detenta y su envío en patrullas sobre el Atlántico Sur.

* Submarinos nucleares de misiles balísticos www.youtube.com/watch?v=DQbbCk9HQaU

* Destructores de alta tecnología “Tipo 45” valuados en 1.500 millones de dólares por unidad www.youtube.com/watch?v=gzPzfOUlWWs

- La futura clase de super/portaaviones queen elizabeth de 65.000 toneladas de desplazamiento, en proceso de construcción en el complejo militar/industrial de BAE System en Inglaterra www.youtube.com/watch?v=r9o8snxRo9k

En tal sentido no quedan dudas al respecto de la trascendencia que Reino Unido otorga sobre la estrategia y dominio marítimo, donde figura con especial atención el área Antártica.

La Antártida parece un gigantesco e inhabitable desierto blanco, pero su potencial es descomunal. Su área es entre 3 a 6 veces más grande que la Amazonía, su aire es el más puro del globo y posee varias veces más cantidad de agua dulce que todos los ríos y lagos juntos del planeta.

Hasta el momento la Antártida es el único continente en el cual nunca ha podido asentarse pueblo alguno. Sin embargo, en las próximas décadas es de esperarse que se creen muchos más asentamientos humanos sobre ésta e incluso que en su suelo se creen ciudades y se "libren conflictos".

La Antártida parece un gigantesco e inhabitable desierto blanco. Aunque allí se dan las temperaturas más frías y menos hospitalarias de todo el planeta, su potencial es descomunal.

Su importancia para la preservación del medio ambiente global es clave. Su área es entre 3 a 6 veces más grande que la Amazonía, su aire es el más puro del globo y posee varias veces más cantidad de agua dulce que todos los ríos y lagos juntos del planeta, estimándose que sus hielos (que usualmente van entre los 2 y 3 mil metros de espesor) contienen el 75% del agua no salada de la superficie terrestre, la misma que de derretirse haría que se sumergieran todas las ciudades costeras (Nueva York, Londres, Lima, Buenos Aires, Río, Mumbai, Shanghái, Caracas, Miami, San Francisco, Los Ángeles, etc.).

Este es el continente que más se mueve. Las construcciones hechas sobre sus glaciares suelen desplazarse casi un metro por mes. En verano ésta supera el área de todos los países hispanos juntos, de Europa u Oceanía. En invierno más que duplica su tamaño llegando a superar al de cualquiera de las 2 Américas o África. La suma de los hielos sobre la superficie de ambos polos en sus respectivos inviernos es mayor a la de cualquier continente. 

Mientras el Polo Norte está compuesto de témpanos sobre el mar y el círculo ártico ha sido colonizado durante milenios (por sus inmediaciones llegaron los primeros habitantes de las Américas) el del Sur está compuesto por tierra firme y montañas y solo empezó a ser visitado hace menos de 2 siglos.

Esto, pese a que la Antártida tiene un subsuelo mayor y más rico que el del Ártico, Australia o Europa, el mismo que aún está virgen. Sus reservas de carbohidratos o metales aún no han sido explotados.

No hay peor ciego que aquel que no quiere ver..., 

...Inexistencia de una Fuerza Aérea - Armada Nacional con poder operativo, capacidad de presencia y patrulla permanente sobre la inmensidad del espacio soberano...,

...la conducción es cómplice en la entrega de los Portales de la Patria AL ENEMIGO...


LA PRIMERA GUERRA ANTÁRTICA - La importancia geoestratégica del continente blanco, de significación y valor trascendental, que la Republica Argentina debe procurar preservar, como portal soberano de un país de dimensión Bi/Continental.

La guerra de Malvinas ha sido la primer conflagración bélica librada en y por la proyección sobre el Continente Antártico, las islas y mar en donde se libró la guerra entre Argentina y Reino Unido son parte de la Antártida y su disputa es por el dominio de acceso de la estratégica puerta hacia las inconmensurables riquezas que atesora dicha región, su importancia es tal, que Inglaterra no duda en envíar a la región los buques más valiosos de la Armada Real, con la implementación y mantenimiento de la base en Mount Pleasant de Islas Malvinas la más poderosa instalación militar en el cono sur. Ante una República Argentina que ha sido postrada en la más abyecta indefensión para la defensa de su espacio soberano, por la permanente saga de gobiernos entreguistas del patrimonio nacional.



En tal sentido no quedan dudas al respecto de la trascendencia que Reino Unido otorga sobre la estrategia y dominio marítimo, donde figura con especial atención el área Antártica.

La Antártida parece un gigantesco e inhabitable desierto blanco, pero su potencial es descomunal. Su área es entre 3 a 6 veces más grande que la Amazonía, su aire es el más puro del globo y posee varias veces más cantidad de agua dulce que todos los ríos y lagos juntos del planeta.

Hasta el momento la Antártida es el único continente en el cual nunca ha podido asentarse pueblo alguno. Sin embargo, en las próximas décadas es de esperarse que se creen muchos más asentamientos humanos sobre ésta e incluso que en su suelo se creen ciudades y se "libren conflictos".

La Antártida parece un gigantesco e inhabitable desierto blanco. Aunque allí se dan las temperaturas más frías y menos hospitalarias de todo el planeta, su potencial es descomunal.

Su importancia para la preservación del medio ambiente global es clave. Su área es entre 3 a 6 veces más grande que la Amazonía, su aire es el más puro del globo y posee varias veces más cantidad de agua dulce que todos los ríos y lagos juntos del planeta, estimándose que sus hielos (que usualmente van entre los 2 y 3 mil metros de espesor) contienen el 75% del agua no salada de la superficie terrestre, la misma que de derretirse haría que se sumergieran todas las ciudades costeras (Nueva York, Londres, Lima, Buenos Aires, Río, Mumbai, Shanghái, Caracas, Miami, San Francisco, Los Ángeles, etc.).

Este es el continente que más se mueve. Las construcciones hechas sobre sus glaciares suelen desplazarse casi un metro por mes. En verano ésta supera el área de todos los países hispanos juntos, de Europa u Oceanía. En invierno más que duplica su tamaño llegando a superar al de cualquiera de las 2 Américas o África. La suma de los hielos sobre la superficie de ambos polos en sus respectivos inviernos es mayor a la de cualquier continente.

Mientras el Polo Norte está compuesto de témpanos sobre el mar y el círculo ártico ha sido colonizado durante milenios (por sus inmediaciones llegaron los primeros habitantes de las Américas) el del Sur está compuesto por tierra firme y montañas y solo empezó a ser visitado hace menos de 2 siglos.

Esto, pese a que la Antártida tiene un subsuelo mayor y más rico que el del Ártico, Australia o Europa, el mismo que aún está virgen. Sus reservas de carbohidratos o metales aún no han sido explotados.

No hay peor ciego que aquel que no quiere ver...,

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Fuente: https://www.facebook.com/ProyectoSegundaRepublica?fref=photo